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03Jan

Aeroporto Itamar Franco testa transporte de cargas


por: Jornal Tribuna de Minas
O Aeroporto Presidente Itamar Franco vai fechar o ano com mais de 85 mil passageiros transportados, cerca de dois mil voos realizados, 85% de média de ocupação e alguns desafios a serem vencidos. Entre eles, a desejada internacionalização, planejada para 2012, mas postergada para 2013. A atração de outras companhias aéreas (tanto de passageiros quanto de cargas) para atuarem no aeroporto - somente a Azul Linhas Aéreas oferece voos regulares - e a remoção do morro localizado na cabeceira Sul da pista, que impede o pouso de aeronaves de maior porte, são outros entraves a serem superados no próximo ano. O balanço da demanda no Itamar Franco foi divulgado pela Multiterminais Alfandegados do Brasil, administradora do aeroporto, e considera o acumulado de 23 de agosto de 2011 (início das atividades) a 18 de dezembro deste ano. O diretor do aeroporto, Denilson Duarte, explica que a internacionalização foi dividida em duas etapas: a certificação do terminal de cargas e a do terminal de passageiros. No primeiro caso, a administradora encaminhou a documentação exigida aos órgãos intervenientes, como Receita Federal e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. "Esta etapa depende de pequenos ajustes para cumprimento de 100% da legislação em vigor. Por este motivo, não foi possível a concretização este ano. Acreditamos que, como os órgãos são muito sensíveis às demandas exigidas, estaremos operando com carga internacional no menor tempo possível", afirmou Denilson, sem especificar as pendências a serem resolvidas, nem o cronograma trabalhado. A internacionalização do terminal de passageiros também é esperada para este ano. A novidade ficou por conta da confirmação dos primeiros movimentos de transporte de cargas nacionais no aeroporto. "Foi uma operação de extrema importância para testar nossos processos internos, desde o recebimento à conferência e entrega ao cliente final. Tudo está sendo feito com muito critério. Não podemos cometer erros", afirma Denilson. A previsão é de realização de três voos de carga semanais no início das operações. Conforme o diretor, há empresas aéreas especializadas neste modal que manifestaram oficialmente o interesse de utilizar o aeroporto como hub logístico (ponto central de coleta e distribuição de mercadorias). Sobre a concorrência no transporte de passageiros, a informação é que várias empresas visitaram e conheceram o aeroporto. "Fizemos a parte mais importante, que é demonstrar a qualidade dos serviços aqui realizados e o potencial disponível para atender novas demandas." Para este ano, o número de funcionários pode aumentar dos atuais 52 para 84 (61% nos diretos) e de 185 para 310 (67% nos indiretos), com ações visando a agregar valor ao empreendimento, como a construção de hangares, a chegada de novos voos e a movimentação de cargas nacionais e internacionais. De olho na realização de Copa do Mundo e Olimpíadas no Brasil, o diretor do aeroporto afirma que o Itamar Franco está sendo preparado para atender a demanda futura desses eventos. "Seremos um aeroporto a mais para suprir esta necessidade no país." A possibilidade de o aeroporto figurar entre os cinco polos do Complexo Aeronáutico de Minas Gerais, projeto da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, é considerada viável pela Multiterminais. Segundo Denilson, estão sendo fornecidos dados ao Governo estadual para a concretização do projeto estratégico, que poderá se tornar um vetor de desenvolvimento regional. Sobre os projetos iniciais de realizar aviação executiva (transporte de táxi aéreo para executivos) e transformar o Itamar Franco em aeroporto indústria, o diretor avalia que o movimento da aviação executiva (337 voos, o equivalente a 19% do total) ainda é incipiente, mas considerado um bom resultado nesta primeira fase. "O futuro irá promover o aumento da demanda quase que naturalmente, devido a restrições em alguns aeroportos próximos, localizados no Estado do Rio de Janeiro." Já o desenvolvimento do aeroporto indústria depende, segundo ele, de estudos mais aprofundados de políticas de incentivo, qualificação da mão de obra e identificação de empresas com esta vocação logística. Obstáculo O uso da pista de pouso e decolagem em sua totalidade está entre as necessidades para o próximo ano. Atualmente, o uso é restrito a 72%, o equivalente a 1.800 dos 2.530 metros disponíveis, em função do morro, localizado na cabeceira Sul. Sobre a retirada do obstáculo, a Secretaria de Transportes e Obras Públicas (Setop) informou, por meio de sua assessoria, que houve redução no ritmo dos trabalhos, em função de revezamento de férias e período chuvoso. A conclusão está prevista para o início do ano. Caso aconteça em janeiro, conforme anunciado há um mês pela Setop, o atraso será de seis meses para o prazo inicialmente previsto (junho de 2012). A informação ainda é que mais de 90% dos trabalhos estão concluídos. Criação de 157 empregos diretos e indiretosPara este ano, o número de funcionários pode aumentar dos atuais 52 para 84 (61% nos diretos) e de 185 para 310 (67% nos indiretos), com ações visando a agregar valor ao empreendimento, como a construção de hangares, a chegada de novos voos e a movimentação de cargas nacionais e internacionais. De olho na realização de Copa do Mundo e Olimpíadas no Brasil, o diretor do aeroporto afirma que o Itamar Franco está sendo preparado para atender a demanda futura desses eventos. "Seremos um aeroporto a mais para suprir esta necessidade no país." A possibilidade de o aeroporto figurar entre os cinco polos do Complexo Aeronáutico de Minas Gerais, projeto da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, é considerada viável pela Multiterminais. Segundo Denilson, estão sendo fornecidos dados ao Governo estadual para a concretização do projeto estratégico, que poderá se tornar um vetor de desenvolvimento regional. Sobre os projetos iniciais de realizar aviação executiva (transporte de táxi aéreo para executivos) e transformar o Itamar Franco em aeroporto indústria, o diretor avalia que o movimento da aviação executiva (337 voos, o equivalente a 19% do total) ainda é incipiente, mas considerado um bom resultado nesta primeira fase. "O futuro irá promover o aumento da demanda quase que naturalmente, devido a restrições em alguns aeroportos próximos, localizados no Estado do Rio de Janeiro." Já o desenvolvimento do aeroporto indústria depende, segundo ele, de estudos mais aprofundados de políticas de incentivo, qualificação da mão de obra e identificação de empresas com esta vocação logística.

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