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05Nov

ADJFR outorga Comenda Bernardo Mascarenhas


por: Gisele Simões

No próximo dia 7 (quinta-feira), às 20 horas, na sede da Fiemg/Regional Zona da Mata, a Agência de Desenvolvimento de Juiz de Fora e Região (ADJFR) realiza a Outorga da Comenda Bernardo Mascarenhas. Este ano, os agraciados são a Associação Barbacenense dos Produtores de Rosas e Flores (Abarflores), a Manufatura de Estojos Baldi, o Rodoviário Camilo dos Santos, a Universidade Federal de Viçosa e o juiz de direito Marco Aurélio Lyrio Reis.

Homenageados

Abarflores
A Associação Barbacenense dos Produtores de Rosas e Flores (Abarflores) abarca 35 produtores de rosas e de outras flores, atendendo ao abastecimento em território nacional e internacional, com uma produção em torno de quatro milhões de flores ao ano. Esse número pode variar na época das exportações, principalmente entre os meses de outubro e março.
Para se alcançar esse resultado, o segmento mantém cerca de 800 empregos diretos e 1.500 indiretos, o que corresponde a mais de duas mil famílias envolvidas no cultivo das flores, que são plantadas e cuidadas em estufas, específicas para esse fim. A tradição das rosas de Barbacena chega aos dias atuais em um mercado que movimenta em torno de R$5 milhões ao ano.

Manufatura de Estojos Baldi
A Estojos Baldi é uma empresa sexagenária, que valoriza sua história e traz consigo muita experiência acumulada em todos esses anos, mas com a mentalidade contemporânea e arrojada, impulsionada por uma equipe formada por jovens talentos que busca, constantemente, a excelência e o crescimento sustentável.
A Estojos Baldi, líder nacional em embalagens e mostruários voltados para joalherias, atende a clientes dos mais diversos portes e conceitos, com uma extensa e variada linha de produtos. Além da linha de embalagem para joias, relógios, canetas e afins, a Estojos Baldi, conta com uma série de outras opções de embalagens para os mais diversos setores.

Rodoviário Camilo dos Santos
Há quase 30 anos no setor de transportes, o Rodoviário Camilo dos Santos teve início em 1984, através do sonho de Eduardo dos Santos, um jovem estudante de Administração e Economia. No início, sem recursos, fazia de uma precária república de estudantes seu escritório e o único veículo de entrega era um Fusca, substituído algum tempo depois por um caminhão adquirido do patriarca.
O sonho iniciado de forma modesta, foi se transformando e com o passar dos anos se solidificou, gerando uma história de sucesso e conquistas.
Hoje o Rodoviário Camilo dos Santos é reconhecido no mercado como referência no segmento de transportes de cargas, tem filiais espalhadas nos mais importantes centros de negócios do Brasil e atende mais de 400 cidades na região Sudeste.

Universidade Federal de Viçosa
A Universidade Federal de Viçosa originou-se da Escola Superior de Agricultura e Veterinária (ESAV), criada pelo Decreto 6.053, de 30 de março de 1922, do então Presidente do Estado de Minas Gerais, Arthur da Silva Bernardes.
A ESAV foi inaugurada em 28 de agosto de 1926, por seu idealizador Arthur Bernardes, que na época ocupava o cargo máximo de Presidente da República. Em 1927 foram iniciadas as atividades didáticas, com a instalação dos Cursos Fundamental e Médio e, no ano seguinte, do Curso Superior de Agricultura. Em 1932 foi a vez do Curso Superior de Veterinária. No período de sua criação, foi convidado por Arthur Bernardes, para organizar e dirigir a ESAV, o Prof. Peter Henry Rolfs, do Yowa State College, Estados Unidos. Também veio, a convite, o Engenheiro João Carlos Bello Lisboa, que então trabalhava em reformas urbanísticas na cidade de Ponte Nova, para administrar os trabalhos de construção do estabelecimento.
Visando ao desenvolvimento da Escola, em 1948, o Governo do Estado a transformou em Universidade Rural do Estado de Minas Gerais (UREMG), que era composta pela Escola Superior de Agricultura, pela Escola Superior de Veterinária, pela Escola Superior de Ciências Domésticas, pela Escola de Especialização (Pós-Graduação), pelo Serviço de Experimentação e Pesquisa e pelo Serviço de Extensão.
Graças a sua sólida base e a seu bem estruturado desenvolvimento, a UREMG adquiriu renome em todo o País, o que motivou o Governo Federal a federalizá-la, em 15 de julho de 1969, com o nome de Universidade Federal de Viçosa.
A Universidade Federal de Viçosa vem acumulando, desde sua fundação, larga experiência e tradição em ensino, pesquisa e extensão, que formam a base de sua filosofia de trabalho.

Marco Aurélio Lyrio Reis
Nascido em Matias Barbosa, é o segundo de quatro irmãos.
Casado com Márcia Gervason Reis, têm três filhas, Mirella, Alessandra e Gabriela e quatro netos, Eduarda, Mariana, Érico e Pedro.
Cursou a Faculdade de Direito Benjamin Colluci da Universidade Federal de Juiz de Fora e como Juiz de Direito Auxiliar trabalhou em todas as Varas da Comarca de Juiz de Fora.
Promovido por merecimento para a Comarca de Juiz de Fora, assumiu a 4a. Vara Cível. Promovido para Belo Horizonte, optou por permanecer em Juiz de Fora e aposentou-se em 30 de outubro de 2003.
De julho de 2007 até a presente data -por acreditar que o Direito está a serviço da Ética e que os princípios constitucionais existem para a garantia dos direitos dos homens íntegros e não para acobertar imunidades e impunidades-,
Dedicou seu tempo à criação do Movimento Tiradentes e sua divulgação, escrevendo artigos para jornais, participando de programas de televisão e proferindo palestras em clubes de lazer e de serviços, sindicatos de patrões e empregados, instituições religiosas, instituições de ensino superior, associações de classes, associações comerciais e industriais.
Exerceu, concomitantemente, as funções de Ouvidor Eleitoral da OAB-MG, 4a. Subseção/JUIZ DE FORA, nas eleições de 2008 e 2010 e 2014.

Quem foi Bernardo Mascarenhas?
Bernardo Mascarenhas (1847- 1899), nascido em Curvelo/MG, é considerado um símbolo dos empreendedores brasileiros do Século XIX. Seu pioneirismo fez com que inaugurasse, em Juiz de Fora, a Cia. Têxtil Bernardo Mascarenhas em 1888 e, um ano depois, a Primeira Usina Hidroelétrica da América do Sul. Construída no Rio Paraibuna, junto à antiga estrada União Indústria, que ligava Juiz de Fora a Petrópolis, a hidroelétrica gerou energia para seus teares, produzindo iluminação pública e particular para a cidade antes mesmo do Rio de Janeiro, então capital da República, e até hoje gera energia para Juiz de Fora.
A Fábrica, que inicialmente produzia tecidos de linho e algodão, foi a primeira a utilizar motor elétrico no país e adotar música ambiente em suas instalações. Mais tarde, foi ampliada para aperfeiçoar os tecidos e produzir flanelas, colchas e cobertores. A mudança resultou no imponente complexo arquitetônico na Av. Getúlio Vargas, um dos mais significativos referenciais da fase da industrialização mineira do Século XIX.
Entretanto, a fábrica não resistiu às modificações político-econômicas do Brasil. A partir dos anos 30, uma grave crise afetou todo o patrimônio e, em 1984, a Fábrica encerrou suas atividades.
O prédio foi tombado pelo Patrimônio Histórico Municipal em 1983. Em 1997, foi fechado para reforma e reaberto em 2000, totalmente restaurado, abrigando o Centro Cultural Bernardo Mascarenhas e o Mercado Municipal.

 

 

 

 


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